Um rabo a menos no mundo

Já extirpei minha caudinha (ela deixará saudades…)! O vácuo de carne e músculos aberto logo acima do cóccix dói, incomoda, mas estou bem. Espero estar recuperada até o dia 24!

Para quem quiser ter uma ideia de como foi minha cirurgia, assistam: http://www.youtube.com/watch?v=hwRZXgVgOLM

Para os que não tiverem estômago não tão forte assim, este é o link de como está a ferida: http://www.youtube.com/watch?v=rNyirwv3wx4&feature=related

Obs.: Já aviso que meu bumbum não é peludo assim! Isso é apenas uma aproximação, em imagens, da minha saga vivenciada na última sexta-feira e nos dias subsequentes.

E com relação ao livro, estão gostando das aventuras da tchurma comedora de arroz cultivado em terreno alagadiço?

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Muito, muito fofo

Declaração de amor muito da guti-guti!

Cisto embrionário e sinopses de Santo Antão

Um rabo que a genética sufocou há milhares de anos agora quer vir à tona. Uma cauda muito atrasada que, diga-se de passagem, vem me causando dores e incômodos terríveis. Por isso, extirpá-la-ei no início de outubro, para que tudo volte a ser como era antes.

Enquanto meu cóccix e eu estivermos nos recompondo no conforto do lar, alguém deverá ocupar, por um mês, meu lugar de revisora e redatora publicitária lá na PAULUS. É um freela de 30 dias, até eu me recuperar de vez e voltar lépida e faceira para os meus dicionários, logo no primeiro dia útil de novembro. Alguém se habilita a enfrentar minha rotina? Não sei ao certo quanto pagarão pelo trabalho, e suponho que o(a) candidato(a) tenha que trabalhar in loco, das 8h às 17h45. Conforme eu for conseguindo os detalhes, aviso-os de imediato. Por enquanto, apenas “digiram” a proposta. Uma das funções é redigir sinopses, revisar textos, jornalzinhos empresariais (de mural e bimestral) e fazer chamadas publicitárias (além de outras surpresinhas que só o cotidiano proporcionará).

C’est tout!

Beijos!

Ação promocional (Sim, eu me promovo!)

Pessoal,
Estou organizando um blog com os trabalhos que desenvolvo na PAULUS Editora. Para que tenham uma ideia do que apronto por lá, resolvi postar a primeira chamada e texto que produzi, em setembro de 2008. 
Ele ainda é tão bebê quanto a Nina — tem apenas duas postagens. Meu intuito é atualizá-lo todo dia, ou ao menos três vezes por semana. O endereço é www.grafitesetinteiros.blogspot.com
Eu ficaria bem feliz se ele figurasse na listinha aí do lado direito, sabe? rs!

Ata da reunião sobre “Sin City”

Reunião proveitosa, apesar dos desfalques: dois nacionais (Thaís e Déborah) e um internacional, by Pat. Mesmo assim, com um oceano de distância entre nós, a gaja se manteve presente, postou foto com cores e traços fiéis ao livro e nos brindou ao dizer que saracoteou por Stonehenge e que jantou em um restaurante a bordo de um bateau-mouche no Sena. Patrícia: um mimo, um orgulho. Quanto aos destinos de Thaís e Déborah, nada sabemos. A única evidência que desenha-se com cada vez mais precisão é de que o destino dessas duas está ficando mais negro do que a asa da graúna.

Hoje eu fui a responsável pela ata da reunião. Não sou tão habituée deste blog, mas acho que extraí o máximo que pude para poder contribuir com ele. Curtam as opiniões destes colaboradores, que massacraram ogros e exaltaram uma certa legging preta:

– Marcos: o que o impeliu a escolher o livro foi o estilo “grafic novel”, literatura que talvez não visitasse a mente desses leitores tão cedo se ele não tomasse essa tão profícua iniciativa. Além disso, ele gosta muito do autor, Frank Miller, e do trabalho que ele realizou em “Batman, o cavaleiro das trevas”.

– Fred: “a premissa do livro foi fraca”.  Essa afirmação foi pelo ralo quando Marcos disse que é comum ao estilo noir partir de uma premissa tênue como fiapo de manga. A afirmação de “é fraco” se repetiu por inúmeras vezes.

– Tiago: “a tentativa do ogro de ser herói é o que motiva a trama”. Doutorando que acaba de adentrar o segundo ano de estudos na árdua e traiçoeira Ciência Política, Tiago foi além em sua leitura: sua mente, ditada pelos teóricos Lipset, Rokkan, Dahl e Shumpeter, estabeleceu elos assaz eficientes com a realidade da sociedade americana do início do século XX, onde uma elite impertinente controlava a vida da população e escolhia o destino de cada “cabeça de gado”.  Marcos se lembrou da época em que ouvia jagunços combinando o rolar de cabeças na terra de Caprichoso e Garantido.

– Lílian: senhora Melim não se emocionou com a leitura, simplesmente porque o livro, segundo Fred, “não aborda fadas, língua francesa, Garotas Superpoderosas, Théo e Nina”. Entretanto, ela lembra o grupo de que Patrícia tá na área, ao mostrar ao povo uma foto postada pela viajante ao estilo “cidade pecaminosa”. Lílian diz se achar burra porque diz não ter entendido a arte gráfica proposta (o que é, obviamente, uma grande mentira!).

– Jacob: o livro é uma dança de contrastes. Como ninguém dá a réplica dessa afirmação, ele rodopia uma taça de vinho tinto perto de uma parede branca, como se fosse um adolescente prestes a ser descabaçado girando o corselet vermelho da meretriz mais desejada da imundíce parisiense do século XVIII. Ah, ele só leu dois-terços da literatura noir.

(Fernanda chega com uma segunda pele preta que diz ser uma “calça!”) — PAUSA DRAMÁTICA —

Fernanda chega sem ser anunciada. A discussão é abruptamente interrompida quando todos os olhares se voltam para seus glúteos e posteriores de coxa, pululantes e asfixiados em uma calça, digamos, alguns números menores do que o necessário. Um presente de Deus! Fred pede para que Fernanda beije os peitos de Jacob para ter uma visão panorâmica do troféu da moça, que, sagazmente, se nega. Lílian lembra ao grupo que o Martinazzo’s butt tem um rival à altura: os seios bronzeados e um pouco mais fartos do que o de costume de Vanessa (alimentados durante dez dias com camarões cearenses).

Fernanda não leu o livro.

Chantal não leu o livro (mas gostou dos Doritos e contribuiu com uma risada inteligente ao ouvir “Henriiiique, me passa o guardanaaaaapo”).

Depois de algumas taças entornadas de tinto, Coca e cerveja, a votação coroou a obra de Frank Miller com 7,75 de média. Conclusão? O livro de Fred continua ocupando o posto mais baixo das sugestões já lidas pelos membros deste Clube.

Um interessante jogo da velha rola por aqui, e cafungadas de Maceió visitam minhas saboneteiras! “E se não têm pão, que comam brioches!”

Tô chegando…

Apenas pra dizer que fiquei muito feliz com o convite em participar deste tão afável blog. Estou lendo “A Metafísica dos Tubos” e em breve partirei pro tal do Visconde. Deem-me um desconto no atraso, pois fui admitida na seita recentemente. Ah, e dando uma olhadinha na lista de indicações, a minha deve ocorrer lá pelos idos de outubro (ou talvez depois disso), não? Deixem outubro pro príncipe, pois é o mês de seu aniversário. Aliás, ele foi convidado pra brincar aqui? Se não, o e-mail é tiagodaher@gmail.com

Pincelada de esmalte verde marca-texto na testa de vcs!