Essa piroca tá MESMO muito calma.

Vi isso da última vez que estive em PARIS, numa SAUNA GAY. Sei que vcs vão gostar ;)

much love

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Nova gestão e nova organização

Pessoas,

diante dos últimos acontecimentos – retirada de Lílian do poder e fracasso da data de hoje – creio que uma nova organização é necessária.

Proponho que Pat assuma a liderança da organização – uma vez que ela também organizou o Amigo Secreto – e que a sede da reunião seja rotativa, para não sobrecarregar ninguém.

Podemos ir mais vezes a lugares fora das residências, como o restaurante de origem australiana que fomos outra vez, e outros. Estou em transição de lar e, assim que possível, poderei oferecê-lo para algumas reuniões. Acho que Rimkus também abriria sua nova casa, vez ou outra, com satisfação.

O que acham?

Quanto ao livro deste mês, podemos discutí-lo no dia 12/12, quando realizaremos nosso Amigo Secreto. E o de Dezembro ficaria, então, para Janeiro.

E já que o assunto está por aí, onde será nosso Amigo Secreto? Na casa da Chan mesmo? Vamos começar a combinar para não termos o mesmo problema de hoje, certo?

Beijos,

Van.

Fim da Ditadura

 

Salve-se quem puder.

Não sou mais administradora exclusiva dessa piroca. Quem quiser que tome conta.

 

Tchau!

Reunião do segundo mês mais lindo do ano.

Queridos, queridões, queridinhos,

Nossa reunião de novembro realizar-se-á no dia 28. Aguardem maiores informações. =)

Que tal se fosse aqui?

 

Missão novembrina

Da China de Mao para São Paulo.

O próximo livro será o “Não Falei”, de Beatriz Bracher.

Entrevista da Senhora:

Beatriz Bracher – A presentificação do passado

Nascida em 1961 em São Paulo, SP, Beatriz Bracher começou seu trajeto literário na revista 34 Letras e como co-fundadora da Editora 34, onde trabalhou de 1992 a 2000. Junto com Sergio Bianchi, desenvolveu a idéia original do filme Cronicamente inviável. Publicou Azul e dura (2002),  Não falei (2004) e Antonio (2007).

Qual é a sua formação como leitora?
Beatriz: Minha formação de leitora vem muito de família e da escola. Na minha casa, as pessoas tinham muitos livros. Meus pais liam muito. Meus irmãos foram aprendendo a ler e gostando de ler também. Uma vez, com 11 anos, viajei para fora do Brasil e fiquei dois meses fora. Senti muita saudade do português. Foi aí que comecei a ler. Meus pais me mandaram um livro em português chamado Boi aruá, de Luis Inácio de Miranda Jardim. Fiquei tão feliz de encontrar o português de novo, que, a partir daí, comecei a ler de verdade. Estava com saudade da língua. Precisava dela para ser eu mesma.

Dessas primeiras leituras, alguma coisa que te marcou especialmente?
Beatriz: Um livro cômico chamado Pequeno Nicolau, com texto de Goscinny, o mesmo autor do Asterix, e ilustração de Jean Jaques Sempé. Era um livro com pequenas histórias que eu adorava ler. Na minha geração, com 15 anos, nomes como Borges e Cortázar eram muito mencionados. Era uma época que a literatura latino-americana era muito falada. Tem também o Kafka. No começo da década de 1970, os concretistas eram muito importantes. Gostava muito também do Jaó Cabral de Melo Neto. Foi um início maravilhoso. Comecei muito bem. Ler era valorizado. Para você ser bem visto com os amigos, era preciso ser mais culto. Era uma forma de inserção.

Como começou a sua produção pessoal nesse trajeto?
Beatriz: Desde a adolescência, pensava que a coisa mais importante era ser a melhor escritora. Podia me transformar na melhor editora do mundo ou na melhor física, mas nada seria tão importante como isso. Talvez por colocar a atividade da escrita num local tão elevado, tinha muito medo. Escrevi alguns contos, mas nunca mostrei para ninguém. A idéia de fazer a revista e, depois, a editora 34, sempre com outros amigos, veio gostava de ler e achava que não tinha espaço onde publicar. Queria criar um espaço para ler o que me interessava. Com a experiência da editora, fui vivenciando a coragem das pessoas de mandar livros inéditos. Às vezes eram ruins e outras, bons, mas precisando de ajustes. Escrever é uma coisa que exige trabalho e também coragem. Me faltava isso. O trabalho na editora me ajudou pelo exemplo daqueles que escreviam os originais que eu precisava ler e selecionar.

http://perfilliterario.wordpress.com/category/beatriz-bracher/

Um rabo a menos no mundo

Já extirpei minha caudinha (ela deixará saudades…)! O vácuo de carne e músculos aberto logo acima do cóccix dói, incomoda, mas estou bem. Espero estar recuperada até o dia 24!

Para quem quiser ter uma ideia de como foi minha cirurgia, assistam: http://www.youtube.com/watch?v=hwRZXgVgOLM

Para os que não tiverem estômago não tão forte assim, este é o link de como está a ferida: http://www.youtube.com/watch?v=rNyirwv3wx4&feature=related

Obs.: Já aviso que meu bumbum não é peludo assim! Isso é apenas uma aproximação, em imagens, da minha saga vivenciada na última sexta-feira e nos dias subsequentes.

E com relação ao livro, estão gostando das aventuras da tchurma comedora de arroz cultivado em terreno alagadiço?

Outubro

Chéries,

Venho por meio deste informar que O encontro de outubro realizar-se-á no dia 24, domingo. 19h30. Pela Heitor Penteado.

Que todos tenham bons dias chuvosos de primavera e surto de catapora em São Paulo.

Votem direitinho.

Beijos.

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